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quarta-feira, abril 03, 2013

FanFic 8º Livro: Sara Costa

Olá pessoal, 
Hoje decidi finalmente publicar um fanfic que comecei a escrever pouco tempo depois de ter acabado de ler o "Filho do Dragão", mas que nunca cheguei a acabar.

Mas agora que já temos novidades da Sandra, decidi publicá-lo, nem que seja só para adoçar um bocadinho até termos novas novidades =)

Neste Fanfic decidi dar destaque à Rainha Thora, porque na minha cabeça surgiu logo a discussão do fato de a Edwina ser tão "medrosa" em relação à Kelda, quando a Catelyn nunca desistiu de nada por ela, mesmo sabendo ao que a filha, a Edwina estava destinada! Por isso e pelo fato de a Thora se ter revelado mais "mãe" da Kelda do que a Edwina devia de ser, ocorreu-me haver uma discussão acesa entre elas sobre a decisão do futuro de Kelda através do pacto com o Sigarr.

O último parágrafo remete-me também um pouco para o significado implícito na nova música dos 30 Seconds To Mars - Up In The Air:

Por isso aqui fica:

Fanfic - 8º Livro

quarta-feira, fevereiro 27, 2013

O calor das memórias, uma realidade fria e um futuro imprevisível.

Olá Fans da Saga.

Desculpem a demora mas aqui vai o texto que tinha estado a desenvolver e que prometi. É sobre a nossa querida Cat e aquilo que lhe deve ter passado pela cabeça durante o tempo em que esteve no barco depois de ter sido resgatada por Throst e levada para a terra dos Vikings.



terça-feira, março 20, 2012

Um FanFic ARREBATADOR!

Olá,
Hoje trago-vos um "miminho" para vocês fãs da Saga das Pedras Mágicas de Sandra Carvalho.


Há uns tempos dei por mim a matutar num possível final para a Saga e umas quantas ideias fervilhavam no meu pensamento... Depois de tanto reflectir sobre o assunto, pensei: Porque não escrever um FanFic?
Já várias foram as pessoas que me pediram para escrever um...então aqui vai!


Bem, esta ideia adivinhou-se um tanto difícil de expressar por palavras e acabei por perceber que escrever um livro não é brincadeira nenhuma! Agora dou mais valor a todo o trabalho, carinho e dedicação que a nossa contadora de histórias emprega nos nossos queridos livros da saga... deve ser de pôr os cabelos em pé! E de se sujeitar a muitas directas XD
Mas após voltas e mais voltas lá consegui achar um meio de finalizar a minha perspectiva. Claro que há ideias um pouco confusas, partes não muito bem explicadas e que depois de sair o próximo livro, tal deixará fazer sentido, mas o que me interessa aqui é dar-vos a conhecer algumas das minhas fantasias e sonhos e quem sabe se aquilo que deixei por explicar não possa originar mais fanfics da vossa parte. Quem quiser pegar nalguma ideia que pensa estar mal concebida, está à vontade para pegar nela e melhorá-la ;-)
Aliás é mesmo disso que se trata um Fanfic - Criações e contos produzidos de fãs para fãs, por isso força!
É óbvio que eu sei tanto quanto vocês sobre o que vai acontecer a seguir....NÃO FAÇO A MÍNIMA E ESTOU EM PULGAS PARA SABER! Mas contudo, um tanto triste por ter de me despedir desta saga que me é tão querida...


Bem, façam o download AQUI E DESFRUTEM! =D, para tal só têm de rescrever as letras que aparecem no vosso lado direito da página e proceder à transferência.
Podem também aceder à página do nosso grupo de fãs no facebook, em: http://www.facebook.com/groups/179272535471281/ e comentar lá, nós agradecemos, pois o vosso contributo é o que mantém isto a funcionar.


Confesso que o texto é escrito numa perspectiva um tanto rebuscada, mas espero que gostem e claro, conto com os vossos comentários!

sexta-feira, novembro 25, 2011

Uma amostra do nosso 7º livro!! - Inventado:

Olá!! 
Eu sei que todos nós estamos a morrer de curiosidade,
e queremos o 7ºlivro da saga de perferência neste preciso momento!!


Não desesperem!!
Podemos não ter noticias do verdadeiro 7ºlivro, mas quem disse que não podemos inventa-lo?


E é a Margarida, que nos traz este maravilhoso inicio do 7ºlivro, escrito por ela.
Espero que gostem...

AQUI está Ele:
*.*

" Sentei-me cautelosamente numa rocha perto do mar. Depois de muitos dias num barco custava-me andar em terra firme. Inspirei fundo mas o familiar e doce ar da floresta não me chegou aos sentidos. Não havia odor que me acalmasse o espírito, nem paisagem que me respondesse a perguntas.
- Vamos.
Já não me assustava com as chegadas silenciosas do meu… primo. Durante aquela travessia ele tinha sido o único com quem conversara e o único que se aproximara de mim. Levantei-me e ajustei aquela mantilha ridicula que me impedia de respirar decentemente.


Erebus apoiou-me a subir as rochas escarpadas pois não tinha força suficiente. O Povo do Fogo, atrás de mim, demonstrava mais agilidade do que era suposto nos seus enormes corpos.
- Sê bem-vinda à ilha do Povo do Fogo! – A voz fria e falsamente amável ainda me causava arrepios, cada vez que a lembrava. Mas a minha memória não lhe tinha feito justiça. A voz era ainda mais assustadora que nas minhas memórias.
Empinei o nariz, agarrando com força a única réstia de coragem que me restava, e acabei o caminho que me levava ao feiticeiro que, há tantos anos, tinha levado o meu irmão para a ilha dos feiticeiros.


Num segundo, ele estava junto a mim. O seu olhar azul, como o da minha mãe, mas frio como uma lâmina furava a mantilha e olhava directamente para os meus olhos. Tive de me concentrar para manter a ilusão de que era Oriana, Sacerdotisa dos Penhascos.
Para meu alívio, Sigarr desviou o olhar para o Rei do Povo do Fogo.
- O que aconteceu à nossa ilustre Amora?
- Ela morreu. O Sacerdote…
O olhar de Sigarr regressou ao meu.
- E como é que a sua querida Sacerdotisa morreu? – Perguntou amavelmente.
- Eu não vi nada. – Gaguejei a custo. – Eu só a vi estendida na sua cama… - Abafei a voz numa conviente imitação de choro.


Ouvi o riso abafado de Erebus mas não me virei pois Sigarr continuava a observar-me atentamente.
- Tragam-na. Vamos acomodar a nossa convidada. – Virou-se e começou a andar, falando por cima do ombro. – Não tenho aqui a casa acolhedora que tinha na Aldeia de Grim, mas agora também não poderíamos ir para lá. Por esta altura já deve estar totalemente destruida, juntamente com a Aldeia do jarl Eric. – Sorriu.
Senti as garras de Erebus a rodearem o meu braço e a puxarem-me.
- É verdade? – Perguntei baixinho.
Ele acenou imperceptivemente mas não comentou nada.


Olhei à volta e percebi que aquele deveria ser o local onde o meu pai, com a ajuda da minha mãe, tinha derrotado Vulcan e Sigarr. Sustive a respiração ao ver um círculo negro, perfeiro, no chão. Deveria ter sido o círculo de combate entre eles, delimitado por flamas mágicas.
- Já ouviste com certeza a tua mestra a falar da épica batalha que permitiu ao néscio do meu aprendiz ficar com a lágrima da lua. – Sorriu, para minha surpresa. – Mas não te preocupes. Em breve ela regressará para o seu legítimo dono. Com toda a justiça. Como os bons querem. – Tornou a sorrir trocista.
Voltou-se para outro ponto daquela arena.
- Quantas recordações este lugar te trazem. Não é criatura néscia? – Os pelos do meu braço arrepiaram-se ao ouvir o se riso.


Quando vi para onde o olhar de Sigarr se dirigia senti um pontapé no estômago. Um homem era transportado por uma criatura do Povo do Fogo. A cabeleira loira tapava-lhe a cara mas as marcas da linhagem mágica eram bem visíveis.
Sigarr aproximou-se e agarrou a única madeixa do cabelo rubra, puxando a cabeça dele para trás. Os olhos verde-floresta fixaram-se em mim um istânte antes de se fixarem no azul de Sigarr.


- Contempla, néscio aprendiz, a minha obra. – Falava como se se tratasse de um deus. Sorriu satisfeito. – Desprezaste tudo o que te dei, por isso sempre foste fraco. Por isso a tua mãe te queria matar. Mas o teu filho, herdou o melhor de ti e da sua avó. E ele aceitou o que eu tinha para lhe ensinar. – Fez uma pausa para apreciar a cara dele. – Devo dizer que ele é bem melhor que tu.


Não conseguia conter as lágrimas e deixei-as correr silenciosamente.
- Aquele é o meu pai. – Sussurrei só para Erebus. – Salva-o, por favor.
Afinal a minha mãe tinha razão. Edwin não estava vivo. Mas este destino era bem pior que a morte.
- Curva-te a meus pés, Loki. E terei compaixão de ti.
O meu pai cuspiu-lhe no rosto e pensei que isso ainda fosse piorar tudo. Para minha surpresa, Sigarr gargalhou.
- Essa é, sem dúvida, a melhor parte de ti.
Ergueu a mão e vi, sem conseguir respirar, o meu pai a elevar-se no ar, na minha direcção.
- Aprecia a companhia! De certeza que te recordas da púpila da tua esposa guardiã. É uma pena que ela nunca mais a possa ver…


Edwin olhou rapidamente para Sigarr.
- O que estás a dizer? – Percebi que a sua voz estava por um fio.
- A tua esposa foi morta! Gostaria de ter visto a linda guardiã a padecer…
- Tu não o fizeste! – Havia um estranho tom na voz do meu pai que eu nunca tinha ouvido. O tom mais desesperado que eu alguma vez tinha ouvido em toda a minha vida.
- Fiz, criatura néscia! E nem terás corpo para enterrar. A ilha dos penhascos está totalmente destruida pelo fogo dos meus homens.
- Não! – Nem percebi como é que a minha voz tinha saído. Vi a cabeça do meu pai a girar rapidamente na minha direcção. Percebi que a ele eu não consegui enganar.


Erebus tapou-me a boca mas o seu mestre impediu-o.
- Deixemos a Sacerdotisa de uma ilha que já não existe falar! – Sorriu e fitou-me expectante.
Cerrei os dentes para não falar, mas as palavras já estavam a sair em catapulta:
- Eles prometeram que deixariam o meu povo em paz! Foi por isso que eu me entreguei!
O meu pai estava confuso.
- Tu entregaste-te? Como pudeste fazê-lo?
- Ora, ora! As forças do bem estão em conflito? – Parecia deliciado.
- Eu sou Oriana, a Sacerdotisa dos Penhascos. Não podia deixar o meu povo padecer. – Ergui o queixo e endireitei os ombros, apesar de me lembrar, a cada instante, daquilo a que sujeitara a verdadeira Sacerdotisa para a salvar.
Edwin olhou para mim muito desconfiado mas não tornou a falar.
- Agora que esta agradável reunião de família acabou, vamos alojar-nos.


Correntes de magia negra ataram-me os pulsos e os tornozelos até quase não conseguir andar.
Erebus carregou-me até uma gruta, seguindo o meu pai e Sigarr.
- Erebus.
- Mestre. – Ele fez uma vénia.
- Vigia-os. Quero-os bem vivos para apreciarem a minha obra.
Erebus fez uma nova vénia e Sigarr saiu daquela gruta. Abafei um grito ao sentar-me. A rocha estava muito quente.


Edwin já estava habituado e olhou para Erebus.
- Quem és? – Perguntou. Não obteve resposta. Olhei para o meu primo em busca de permissão e ele acenou.
- O seu nome é Erebus. Ele é teu sobrinho. – Pigarrerei e desviei o olhar do olhar espantado do meu pai. – Filho da rainha Estrid.
- Tu sempre sobreviveste… - Murmurou para ele. Depois tornou a olhar para mim. – Como está a…
- Oriana? – Completei. Ele olhou ainda mais espantado para mim. Por precaução baixei o tom de voz. – Ela está bem, espero. – Erebus permaneceu calado.
- Kelda? – Murmurou o meu pai a medo. Eu acenei. – Como é possivel?
- Fiz uma coisa horrivel! – Solucei sem me conseguir conter. – Eu tinha de a salvar. Eu tive uma visão. – Continuei a justificar-me. Contei a visão que tinha tido e como Lysander se preparava para ir para os navios e que não acreditava em mim. E depois contei-lhe o que tinha feito.
- Uma decisora deve decidir. – Conclui como a minha mais forte justificação ao facto. Apesar de, naquele momento, a minha justificação parecer demasiado fraca no meio de todo aquele vendaval.


Ele repetiu, também, a frase que a Pedra do Tempo me dissera há tanto tempo atrás.
Edwin ficou muito tempo a olhar para o meu corpo soluçante.
- Diz alguma coisa, pai! Por favor. – Supliquei.


- Como é sabias magoar assim as pessoas? Como é que aprendeste? – Edwin agarrou-me pelos ombros e agitou-me levemente.
- Creio que foi o exame que vocês pediram à rainha Lyria para me fazer. – Lancei-lhe um olhar irado e expliquei-lhe o que Lysander me tinha explicado há quatro anos.
Edwin encostou as costas à rocha atrás dele para se recompor.
- A Edwina… - A sua voz não era mais que um gemido e a dor era tão grande que me fez abafar um soluço.
- A mãe estava bem. E viva. Pelo menos até eu ter saido da ilha. E, pai. Ela não deixou de acreditar que tu estavas vivo. – Murmurei com vergonha por a ter abandonado.
- A ligação que partilho com a tua mãe é muito forte. – Ele sussurrou, repetindo o argumento que ela me tinha dado.
- Pai? Podes perdoar-me?


O olhar verde-floresta fixou-se em mim durante muito tempo e depois deviou-se para Erebus.
- Tu tens magia negra dentro de ti. Tu magoaste pessoas Kelda!
- Eu sei! – Percebi que estava a suplicar e parei.
Edwin não retirou o olhar de Erebus e as suas palavras cairam sobre mim como água gelada no pico do inverno:
- Eu não te posso perdoar. Não enquanto não tiver Halvard nos meus braços vivo ou morto. Não enquanto não reparares os teus erros.


Não permiti que as lágrimas caissem e sentei-me direita contra a rocha. Só aí deixei que a escuridão me envolvesse. Não senti a pancada no chão... "
Margarida

FIM


Soube bem não soube?
Por uns minutos voltas-te a este nosso mundo único e queres mais...

Então comenta! ;)

sexta-feira, agosto 27, 2010

Fanfic* Parte 1 -Joana



" olá , sou a Joana.
Há já algum tempo que tenho vindo a escrever uma fanfic sobre a kelda e o lysander... como tu sabes, não é muito fácil escrever fanfics :D...ainda mais escrever sobre os nossos personagens favoritos.... 
Mas... eu tenho uma "parte" da fanfic... para mim o mais dificil é escrever os inicios das histórias... portanto...o inicio ainda vai demorar uma bocadinho a ser feito...
... 
Bom, coisas que precisamos de saber sobre esta fic... A kelda foi no barco, prisioneira do Damons( acho que é assim que se chama) e havia outro prisioneiro... era o Edwin. A kelda ainda conseguiu esconder durante algum tempo a sua identidade, graças à ajuda do erebus... mas o Hallvard acabou por a reconhecer... Sigarr tentou com que Kelda se aliasse a ele... mas a kelda com a ajuda do erebus e do edwin, destruiu Sigarr... A pouca humanidade que ainda existia em Hallvard ficou destruida.... e ele tenta acabar com erebus e com edwin... pois apesar de tudo ele não consegue "desprender-se" dos laços que o unem à sua gêmea. Hallvard tenta matar edwin mas Kelda impede-o. "




      Preparados para ler?





Parte 1.


-“Sua idiota, porque é que te meteste à frente?!” – disse Hallvard
-“Foge enquanto podes Hallvard… eu encontro-te… e no fim… seremos apenas nós os dois”- foi tudo o que consegui dizer antes de tudo ficar negro e eu tombar no chão.
***********
Será que a morte era isto? Não, não podia ser tão dolorosa. Não era suposto ser assim.
O som suave de uma flauta desabrochou no silêncio, sobrepondo-se à dor que sentia e distraindo-me. Aquele som acalmava-me.
Abri os olhos para um espaço cercado de flores… calmo, sem dor, sofrimento, morte…

Descobri-me deitada sobre as costas da minha águia. A companheira que me tinha ajudado a superar os momentos mais difíceis. Ela aparecia sempre que eu estava em apuros.
A águia estava calma, adormecida talvez…

-“Kelda…” – esta voz... Sentando-me no dorso da minha águia, olhei em redor até os encontrar.
-“Pequena…” – os meus avós estavam iguais à última vez que os tinha visto, à muitos anos atrás. O branco imaculado dos seus cabelos, impostos como condição para eu não os reconhecer.
-“Avó… onde é que eu estou? Estou morta?”-
-“Não, querida… mergulhas-te num esquecimento para te puderes curar” – disse Pequena – “O que o teu irmão fez… por pouco não te matou. A bola de energia com que o Hallvard tencionava atingir Edwin, era bastante poderosa.”
-“Então… porque é que eu não morri?”-
-“Erebus reduziu a energia que a bola continha. A parte que te atingiu não te matou, mas foi o suficiente para ficares cheia de dores e inconsciente por algum tempo.” – Afirmou Lobo Cinzento.

Eu não queria volta a perdê-los; queria ficar ali, com eles e com a minha águia; não queria voltar para o meu “mundo”… não queria o destino que me foi imposto. Depois de destruir o feiticeiro Sigarr e ter salvo o nosso pai, Hallvard ficou ainda mais cego de vingança. Segundo o meu irmão, eu tinha destruído a única pessoa que alguma vez se importou com ele… e que tornou o seu sonho realidade…ter poder suficiente para sujeitar os Homens à sua mercê.
Talvez Pequena tivesse razão e a bola de energia fosse direccionada para o nosso pai… mas eu não partilhava o mesmo optimismo. Hallvard não aguentou perder o seu mestre, não aguentou ver o seu poder ameaçado por um “inferior” como ele considerava Erebus. Não aguentava que a sua irmãzinha estivesse contra ele.
Pequena, percebendo a direcção dos meus pensamentos disse:
-“Kelda… isto é uma ilusão… a tua missão ainda não acabou.”-
-“Eu não quero regressar...” – respondi agarrando-me à minha águia, com medo que ela fosse desaparecer.
-“Kelda é a tua missão… além disso existem muitas pessoas que precisam de ti.” – disse o meu avô.
-“O que vai acontecer quando eu acordar?”
-“Isso depende de ti, querida. Uma decisora deve decidir.” – disse Pequena
-“E se eu não decidir bem… se eu arruinar tudo…”-
-“Kelda… não estás sozinha…Acredita em ti e vais vencer.”- afirmou Lobo Cinzento
Eles começaram a desvanecer à medida que os meus olhos ficavam mais sonolentos. A última coisa que vi foi o sorriso dos meus avós.
***

-“Kelda…”
As dores eram horríveis. Cada fibra do meu corpo doía. O simples facto de respirar equivalia a agulhas espetadas pela pele.
Sentia leves pressões na minha testa, sentia que alguém me envolvia a mão, sentia…calor.
-“Kelda… acorda, amor” – eu conhecia esta voz; Lysander. Lysander estava ao pé de mim. E eu tinha tanta coisa para lhe explicar.
-“Ly…” – eu tentei pronunciar o seu nome, mas não conseguia.
-“Shhh… vais ficar bem.” – disse ele, beijando-me o rosto.
-“Ly… dói…” –
-“Eu sei, menina-feiticeira… mas vai passar… nós vamos cuidar de ti.” – disse, apertando a minha mão.
Nós? ... Lysander não estava sozinho… havia mais alguém com ele no quarto. A minha mente não conseguia registar e decifrar quem era mas, estava a dar-me energia. O quarto cheirava a floresta, a terra, a vida…
Quem quer que fosse…estava a dar-me vida.
***********************************************  




Fim da 1º parte;


Que achas-te?
Comenta! O que achas que vai acontecer a seguir?
QUERES UMA CONTINUAÇÃO?